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MINISTÉRIO OÁSIS - Uma pousada de esperança

MINISTÉRIO OÁSIS - CENTRO DE ACONSELHAMENTO CRISTÃO
April 27

O CICLO DO AMOR

O CICLO DE AMOR

Dr. William Bacheller – Diretor do Ministério Oásis

O primeiro elemento chave é a prática do ciclo de amor: Receber amor que gera amor-próprio que resulta em amor para com o outro.

A. O processo de receber o amor

      Um pastor me disse: “Nunca ouvi, nenhuma vez, saindo da boca do meu pai, ou da minha mãe: “Eu te amo”. Nunca me lembro de sentar no colo do meu pai. Não me lembro de receber carinho deles. Agora, dificilmente dou isso a minha esposa.

      Há muita pesquisa sobre o resultado do nenê receber amor enquanto está no útero, ou ao contrário, quando a mãe dá o nenê para adoção, resultando muitas vezes, no que a psicóloga Nancy Verreir chamou “A Síndrome do Abandono”, no seu livro A Ferida Primal. Dificilmente o filho adotivo acredita que pode merecer ser amado, e rejeita o amor dado a ele, e consequentemente não se ama a si mesmo, nem a outras pessoas.

B. O conceito de amor próprio

“O amor próprio em sua essência é um amor em relação à própria pessoa- material e imaterial, alma, espírito e corpo; uma apreciação do valor de si mesmo como pessoa feita à imagem de Deus. Alguns cristãos têm dificuldade de aceitar esse conceito porque acham que o amor próprio é uma atitude de superioridade, um desejo obstinado de satisfazer a própria vontade ou um orgulho egocêntrico. O amor próprio não é uma adoração erótica ou extática. Amor próprio significa ver a nós mesmos como  pessoas criadas, valorizadas e amadas por Deus, e portadores da imagem de Deus. Nós nos amamos por que Deus nos amou primeiro.  Todas essas características são compartilhadas com qualquer ser humano, remido ou não.  Como diz  Gary Collins, “Essa visão bíblica do amor próprio tem que ser a base da auto-estima” (Collins, p.375).  

A Bíblia supõe que nós nos amamos.  Em Mateus 22:39 - “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. O mandamento de amar o outro é baseado na capacidade, na experiência de amar a si mesmo. Amor próprio precede o ato de amar os outros. Em 1 Samuel 18:1 lemos que “Jônatas amou Davi como à sua própria alma”.  O amor do Jônatas por Davi foi medido pelo amor dele por si mesmo. Porque ele amou o seu próprio ser e estava pessoalmente seguro, ele podia, com graça, amar Davi.  Em Efésios 5: 28-33, o amor próprio é mencionado três vezes. No verso 28 Paulo diz, ame a sua mulher como ama a si mesmo; e no verso 33: “Portanto, cada um de vocês ame a sua mulher como a si mesmo”. A implicação é muito clara: é necessário amar a si mesmo para poder amar a esposa. O amor próprio é fundamental para o bem-estar humano. A causa principal de alguém não amar a si mesmo (Loss, 40) é a falta de receber dos pais, ou figuras substitutas, ou de Deus, (e nisto, soberanamente, misticamente, graciosamente), amor incondicional desde nenê até adulto. A falta de receber e aceitar amor resultará numa ausência berrante de amor-próprio. 

Como alguém pode superar a falta de amor-próprio? Henri Nouwen, no seu livro, Orientação Espiritual, p.28 e seguinte, cita Lucas 3:22: “e o Espírito Santo desceu sobre ele e disse, Tu és o meu Filho amado, em ti me comprazo’”: 

  “A tentação espiritual mais séria é duvidar dessa verdade fundamental acerca de nós e confiar em identidades alternativas. Às vezes, somos interrogados: “Quem sou eu?”, com a resposta, “Sou o que faço”, ou “Sou o que outros dizem que sou” ou “Sou o que tenho”. A maior armadilha na vida não é sucesso, popularidade, ou poder, mas auto-rejeição, duvidar de quem nós verdadeiramente somos... A auto rejeição se manifesta em arrogância ou baixa-auto-estima. Desde o momento em que acreditamos na verdade de sermos amados por Deus, enfrentamos o chamado de nos tornarmos quem nós somos…”  

Para que possamos nos tornar quem nós somos, precisamos internalizar os princípios bíblicos relevantes, pela memorização das Escrituras, falando em voz alta para sentir o amor do Pai.  Devemos orar para que Deus nos dê este pensamento e sentimento, de uma maneira sobrenatural, até mística.  Devemos pertencer a um grupo pequeno que tenha pessoas que possam ser pais substitutos.

C. A incapacidade de amar os outros

A ausência de amor-próprio produz uma insegurança que pode se manifestar como egocentrismo aberto ou egocentrismo oculto. Egocentrismo aberto, sem vergonha, chama-se orgulho; egocentrismo oculto, disfarçado, chama-se humildade falsa. “O orgulho, diz o cristão, é visto na pessoa que se colocou no centro do seu própio universo e fez de si mesma o objeto de todos os seus interesses e devoção”... (Ashford, p.19). Uma pessoa que não ama a si mesma e para se sentir melhor, age de modo a convencer os outros e a si mesma da sua importância e superioridade. 

Por outro lado, muitas pessoas gastam energia servindo a outras apenas no exterior. Entretatno, isto não é prova de segurança interior, porque é possivel que o motivo de servir seja ganhar a aprovação dos outros e, através disso, ganhar auto-aceitação. Como Myron Loss fala no seu livro Choque Cultural, página 43, “A pessoa centrada em si mesma é a recipiente primária do fruto do seu labor. Ela trabalha para a aprovação social, para o conforto pessoal, ou para alguma forma de notoriedade. Ela pode tentar isto através da falsa humildade nas culturas onde a humildade é vista como uma virtude”. 

Para a maioria das pessoas, a maior quantidade de energia é gasta na autodefesa, não na compaixão genuina em alcançar os outros. Neste aspecto, Paul Tournier diz que há pouca diferença entre os não-cristãos e cristãos: “Todos são constantemente motivados pelo obejtivo único de fazer com que eles mesmos apareçam da melhor forma possível. Todos eles estão sempre em alerta e ansiosos para que suas fraquezas, sua faltas, sua ignorância, seus costumes, e seus fracassos não sejam decobertos.” (Tournier, Leadership, p. 36).

Conclusão:

Na melhor das hipóteses podemos dizer o seguinte: A pessoa recebe amor dos pais começando no útero (antes, segundo Salmo 139) possibilitando-a ter segurança para que possa se amar e consequentemente amar o outro. O ciclo de amor é receber amor, desenvolver amor- próprio, e dar amor. Descrentes que experimentam o amor dos pais desde a madre até a morte dos pais têm desenvolvido a capacidade de praticar o ciclo de amor. É o mesmo princípio que Deus tem colocado na vidas dos seus filhos. Ele nos amou antes da fundação do mundo, nos amou primeiro, e deu o seu filho por nós. Como resultado, temos a capacidade de amá-LO e amar o outro (Romanos 12, 1 João). O ciclo é o mesmo para os descrentes e para os crentes: ser amado para que possamos desenvolver o amor-próprio, para amar os outros.

November 03

JANTAR ENTRE AMIGOS

Aconteceu no Oásis

 

 

No último dia 18 de outubro, alguns dos amigos do Oásis puderam conhecer um pouco mais sobre o ministério. Durante um jantar onde 40 pessoas se reuniram em um momento agradável de descontração, mas também de informação, pudemos mostrar como funciona o trabalho desenvolvido nesta pousada de refrigério e de aconselhamento.

 

Nosso momento começou com um happy hour, onde a banda Identidade, de Goiânia, cantou louvores de adoração à Deus enquanto esperávamos a presença de todos os convidados. Depois, durante o jantar, apresentamos nosso trabalho e o pastor Clói falou um pouco sobre a importância de se manter um casamento saudável.

 

Nossos convidados também conheceram algumas das instalações da pousada e puderam ouvir um importante testemunho: um casal cristão que depois de 35 anos de casamento, estavam decididos a divorciar-se. A semana terapêutica no Oásis seria a última tentativa  de manter o matrimônio. Foram 05 dias de conversas e aconselhamentos com o pastor Clói e Raquel e de terapia com a Dra. Maria Eunice Linhares.

 

Jaeder e Eudalva Lidório saíram do Oásis com esperança renovada, com a certeza de que Deus está com eles. “Para mim e meu marido, depois que sairmos do Oásis, queríamos falar para todo casal: vocês tem de ir lá, todos precisam de uma reciclagem nos relacionamentos, com ensinamentos bíblicos, com as devocionais, com o convívio tão saudável e a  seriedade do compromisso dos que estão no comando,  com aquela comidinha gostosa e as suítes da pousada, nada melhor para que Deus aja com rapidez.

Agradecemos a Deus em primeiro lugar, à nossa família, e a todos que trabalham neste lugar de paz e que é verdadeiramente um OÁSIS”, estas são palavras de Eudalva, em depoimento à Oásis.

 

O Oásis é realmente um lugar onde Deus age, onde ele usa seus servos para reconstituição de famílias, de casamentos e de líderes que precisam de um tempo de refrigério e de restauração.

 

Seja um amigo do Oásis. Nosso próximo encontro é no dia 31 de janeiro, às 21h -  Reveillon e Culto de Ação de Graça. Entre em contato e inscreva-se.

 

Ana Cláudia Oliveira

Jornalista

November 02

Day Camp no Oásis

DAY CAMP NO OÁSIS
A escola no campo
 
escola vai ao Oásis 037
PROPOSTA: A escola passa o dia no Oásis e aproveita as maravilhas do campo.
 aula ecológica
  1. Contato com  a natureza
  2. Visita ao pomar com aula ecológica
  3. Passeio de charrete
  4. Piscina
  5. Muitos jogos e gicanas

 escola vai ao Oásis 005escola vai ao Oásis 009escola vai ao Oásis 015escola vai ao Oásis 017escola vai ao Oásis 029escola vai ao Oásis 035

 

October 30

Uma benção para você

"...que o caminho seja brando a teus pés,
o vento sopre leve em teus ombros.
Que o sol brilhe cálido sobre a tua face,
as chuvas caiam serenas em teus campos.
E até que eu de novo te veja,
que Deus te guarde na palma de sua mão."

 
BÊNÇÃO IRLANDESA
September 05

REVITALIZANDO SEU CASAMENTO

Amizade e Companheirismo no Casamento

Dr. Bill Bacheller

 
 


 

A maior de todas as expectativas que alegrou os cônjuges (numa pesquisa que desenvolvi) foi o desenvolvimento contínuo da amizade ou, como alguns preferiram dizer, o companheirismo. Os maridos e as mulheres direta ou indiretamente pediram que seus cônjuges continuassem a ser seus melhores amigos e companheiros.

Um marido ansiava por um relacionamento de amizade e companheirismo e por crescimento mútuo. Todavia, ele entendia que eles não poderiam crescer nos mesmos objetivos de forma conjunta. “Eu esperava uma relação de amizade e companheirismo, de crescimento juntos em todos os sentidos. O que eu percebi é que eu não tenho condições de crescer junto com a minha esposa; que a gente cresce cada um pra um lado diferente. Então eu vi que não daria” (5: 42).

No final das contas, ele perdeu a esperança de que ela poderia mudar.

Sim, não tenho nenhuma expectativa não. Nós sempre divergimos muito em termos de religião, de Bíblia, de Deus, porque o pensamento dela é muito diferente do meu (...). Ela é mais dogmática, eu mais liberal. A coisa mais simples pra ela tem que ser preto ou branco e eu sempre vejo um tom de cinza ou prata. (5: 33)

 

O início do casamento foi repleto de expectativas por amizade.

É uma coisa que me atraiu muito nela, foi a nossa identificação inicial. Gostamos muito um do outro muito rapidamente, logo que nos conhecemos, gostava de conversar com ela. Só que eu percebi que as nossas diferenças eram tantas que se a gente fosse programar um fim de semana, por exemplo, nossas idéias eram opostas sobre o que fazer, aonde ir, o que levar (...). Depois que nos casamos, eu me dediquei muito ao trabalho e, posteriormente, à igreja. Todos os dias tinha culto e eu estava dirigindo todos eles. Então, acabou que nós preenchemos essa outra necessidade que nós tínhamos de convivência e relacionamento conjugal com outras atividades. Aquela situação de sermos casados, que era um estado, que era mesmo aquilo, não tinha como alterar. Então eu sempre procurei conviver com ela da melhor maneira possível. (5: 58-59)

 

A esposa do entrevistado em questão tinha outros tipos de expectativas quanto à satisfação conjugal. Ela se sentia feliz quando ele estava presente em situações difíceis, junto com a família em férias e em casa.

 

Por exemplo, eu nas minhas gestações. Eu nunca fui ao médico sozinha (...). Quando nós saíamos pra viajar também eu gostava daquilo; também aquilo me trazia muita alegria. O fato de ele ser caseiro, não ter muitas coisas fora, também me deixava feliz. (4: 34)

 

Essas expectativas foram satisfeitas até o final do casamento. Por conseguinte, o fato de seu marido sair repentinamente do lar lhe causou grande espanto.

 

[Entrevistador]: Então as suas expectativas no final do casamento eram quase iguais às expectativas que tinha no início?

[Esposa]: Eram (...). Pra o senhor ter uma idéia – uma semana antes nós fomos numa loja e eu de longe olhando pra ele. “Não. Pode deixar. Eu vou pagar isso pra você”. E ele entrou na fila. Então quando ele fez aquilo pra mim, eu fiquei de longe, mas agradecia tanto a Deus. “Ó Deus, obrigada pelo esposo que o Senhor me deu (...)”. Um dia antes da saída dele, ele pediu: “Fia, vamos ali comigo comprar o pão no supermercado. Eu respondi: “

[José] vai lá. Eu tô fazendo isso aqui”. Ele respondeu: “Não. Eu só vou quando você terminar aí e fôr comigo”. Deixei tudo lá e lá vai os dois de mãos dadas comprar o pão no supermercado, voltamos de mãos dadas, e no outro dia esse homem vai embora. Não dá para entender. (4: 39)

 

O fato supracitado pode não ter tido sentido porque este marido e esta mulher tinham expectativas conjugais diferentes quanto à qualidade da satisfação conjugal. No entanto, eles talvez nunca tenham discutido estas diferenças.

Esta mulher descobriu somente no final do casamento que o foco da satisfação conjugal deve ser o outro e não o eu. A pergunta chave não era o que fazia com que ela se sentisse satisfeita, mas o que satisfazia o seu marido.

 

[Esposa]: Se você está querendo fazer uma pessoa feliz, então entra num casamento.

[Entrevistador]: E no seu caso? Você não procurou fazer isso?

[Esposa]: Não, porque essa grande lição eu aprendi depois. (4: 74) 

 

June 06

CUIDE DO SEU FILHO

ENCHENDO O TANQUE EMOCIONAL DO SEU FILHO

Bill leve

Dr. Bill Bacheller

 

Adolescentes são crianças emocionalmente. A fim de ilustrar isto, vamos observar como um adolescente se parece com uma criança de dois anos. Tanto o adolescente como a criança tem impulsos de independência e ambos possuem tanques emocionais.  Cada um deles irá esforçar-se para obter independência usando a energia do tanque emocional. Quando este seca o adolescente e a criança farão a mesma coisa—voltarão para os pais a fim de serem reabastecidos e poderem de novo lutar pela independência.

 

Só se o tanque emocional estiver cheio, pode-se esperar que o adolescente mostre o seu lado melhor e faça o seu melhor.

Podemos  abastecer os tanques dando atenção concentrada ao nosso filho. A questão mais importante na mente de seu filho é “Você me ama?”  Essa é absolutamente a questão  mais importante na vida dele.  Ele faz essa pergunta principalmente através de seu comportamento, e não verbalmente. Uma das principais razões por que a maioria dos pais não sabe como transmitir seu amor é porque os adolescentes, como as crianças pequenas, são orientados pelo comportamento. Os adultos são principalmente orientados verbalmente. Para que seu adolescente saiba e sinta que você o ama, é necessário que o ame através das suas ações. O que você faz tem mais peso do que fala.  Por exemplo, num telefonema com a minha esposa, posso falar,  “Eu te amo”. Como resultado dessas palavras ela ficaria nas nuvens. Portanto, o mesmo telefonema falando “Eu te amo” com a minha filha de 12 anos,  a resposta dela será  “Tá bom pai. Por que você me ligou?”

Dar atenção ao seu filho exige TEMPO. Atenção concentrada requer sacrifício na parte dos pais. Completa atenção não dividida com ninguém e com nada. É para ele somente.   Vale a pena investir tempo no seu filho enquanto haja tempo!

May 26

CASA DO PAI

"A oração aprofunda em nós o conhecimento de que já encontramos um lugar para habitar"
"A oração nos mantém em casa"
Henri J. M. Nouwen
 
CASA DO PAI
Raquel Rocha
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Eu quero um lugar seguro
Onde possa ser plenamente aceita
Onde tenha aconchego
Onde possa ser apenas eu
Sem constrangimento.
 
Eu quero um lugar seguro
Onde possa contar minhas mágoas
Onde possa rir escandalosamente
Onde possa dormir de dia
Até descansar da lida.
 
Eu quero um lugar seguro
Onde haja sombra quando o sol arde
Onde haja labaredas para o frio
Onde as intempéries não me atinjam
Que seja  fortaleza contra a guerra.
 
 
"Na casa de meu pai há muitos aposentos. Vou preparar-lhes lugar" 
                                                     JESUS CRISTO
April 27

O LADO POSITIVO DO CONFLITO

PERIGOS EM EVITAR CONFLITO

Bill leve

Dr. Bill Bacheler

 

  1. Sem conflito as mudanças necessárias não são feitas.

 

Sem conflito, tendemos a ficar na mesma rotina! Se não tiver reclamações sobre o status quo, se não tiver nenhum desejo de mudar, provavelmente não haverá muito progresso ou melhoramento. Conflito requer novas alternativas, novas direções, novas estratégias e programas.

 

  1. Sem conflito ressentimentos aumentam.

Quando uma pessoa ou organização inibe conflito, ela não elimina tensões. Inibição somente coloca as tensões fora de alcance eficaz. Inibição causa membros do grupo a sentir sem poder em controlar a situação e aumenta a probabilidade de explosão de sentimentos e frustrações. Um extremo de evitar todos os conflitos pode resultar no outro extremo de uma guerra total.

 

  1. Sem conflitos vai acontecer um deslocamento de emoções.

Quando o conflito é evitado como regra geral, as frustrações se mostram em relacionamentos com a família, os amigos e os colegas. Tal conflito pode machucar pessoas inocentes desnecessariamente.

 

  1. Sem conflitos descontentamento, fofoca e mágoa crescem.

Se não tratar os conflitos de uma maneira saudável, o oposto acontecerá! Conflito evitado gera o uso de energia e recursos em fofocar e atacar um ao outro! Essas atitudes e comportamentos aumentam a intensidade do conflito, a agonia e a hostilidade pessoal dos que estão envolvidos. Estas atitudes fazem com que o conflito esteja maior, mais difícil para tratar, e provavelmente deixarão feridas muito tempo depois de finalmente resolver o conflito em si.

April 13

Pastoreando Líderes Cristãos

CUIDANDO DOS LÍDERES CRISTÃOS

Pr. Clói Marques

 Em seu livro, Além do perdão, Dom Baker diz que “a igreja é o único exército que deixa para traz os seus feridos”. Neste caso, os que cuidam, na maioria das vezes sentem-se sozinhos e abandonados.

Os procedimentos a serem adotados nesse caso por pastores e igrejas podem ser:

 1º) Conscientização de que “àqueles que cuidam” são vulneráveis e frágeis como àqueles que recebem cuidados.


2º) Desmistificação do pedestal imaginário, atribuído àqueles que lideram, como se eles fossem superiores aos seus liderados.


3º) Alertamento para que posições, instituições, ativismos e valores temporais tenham maior valor e roubem as energias que deveriam ser gastas como as necessidades pessoais.


4º) Investimento em preparação de pastores e membros de Igrejas para a área de aconselhamento, restauração e revitalização de pessoas.


5º) Resgatamento de ensinos bíblicos sobre comunhão confissão, arrependimento, socorro e misericórdia.


Creio que o rebanho do Senhor precisa vivenciar mais o organismo que a organização e ser mais corpo vivo que instituição amortecida. Hoje, o modelo eclesiológico que está sendo enfatizado pela mídia é um modelo que exalta o clericalismo, focaliza valores temporais e atenta contra a manifestação do corpo. Parece que estamos assistindo uma transição da exigência para a indulgência, e isto, é uma afronta à graça.

 

Próximas Temporadas Terapêuticas do Ministério Oásis:
Junho: 16 a 20

Julho: 7 a 11

April 02

TESTEMUNHO

A revista ULTIMATO, em sua edição novembro e dezembro de 2007, intitulada "O Mistério da Iniqüidade", contou a história de Pr. Clói e Raquel.

Foi um texto autorizado pelo casal e escrito pelo Elben Lenz César:

CLÓI E RAQUEL MARQUES SUPERAM PROBLEMAS CONJUGAIS E SE DEDICAM A AJUDAR CASAIS
EM CRISE
FÉRIAS 020

Foi um casamento bonito. O noivo era quinze anos mais velho que a noiva. Por terem se casado no dia do 31º aniversário do noivo, a noiva se sentia um presente de aniversário. E que presente! Em sete anos de casamento vieram os três filhos do casal, todos homens.

Tudo ocorreu bem até... Até que começaram a haver alguns desentendimentos, cuja freqüência foi produzindo desânimo e perda de fervor conjugal. Clói e Raquel não sabiam qual desejo era mais forte: o da continuidade do casamento ou o do divórcio. Aquele foi perdendo terreno e este foi ganhando espaço. Por fim, veio a separação judicial, que tornou impossível a comemoração das bodas de prata do casal e a comemoração em família do 56º aniversário de Clói, em 20 de fevereiro de 2006.

Mas alguém soube do problema e agiu como o bom samaritano da parábola de Jesus (Lc 10.30-37). Essa pessoa convidou Clói e Raquel para uma conversa, para outra conversa, para uma terceira conversa. Orou com eles e por eles. Deu-lhes livros para ler. Hospedou-os por quinze dias em sua chácara nos arredores de Anápolis, GO. O “tratamento” continuou por um ano: uma vez por semana Clói e Raquel, não mais separados, voltavam à chácara, conversavam e oravam com o “bom samaritano”.

O resultado de tudo isso é que Clói Marques Pereira, pastor presbiteriano conhecido em todo o Brasil por sua visão missionária, e Raquel Severino Rocha Marques, uma professora que gosta de escrever poesia, são hoje missionários do Ministério Oásis, cuja sede é aquela chácara onde receberam assistência especializada para superar os problemas conjugais e recuperar o casamento. Ministério Oásis é um centro de aconselhamento cristão que pretende proporcionar descanso e revitalização em um ambiente diferenciado e propício, além de oferecer um programa para ajudar casais em crise e pessoas em depressão ou outros transtornos emocionais. (Tel.:               62 3387-6800       ; site: www.ministeriooasis.org.br)

O fundador e diretor do Oásis, ministério desenvolvido pela Missão Aliança Evangélica do Brasil (MAEB), é o missionário Bill Bacheller, pastor e psicólogo, estudioso dos conflitos matrimoniais envolvendo pastores evangélicos, há vários anos residente em Anápolis, GO. Ele foi o “bom samaritano” que descia de Anápolis para Goiânia e encontrou o casal Marques ferido e o levou para a sua “hospedaria” e tratou dele.

Soneto da noite
Raquel Rocha Marques

Acontecem coisas na vida da gente
Que deixam o céu cinzento, negro.
Mesmo que seja manhã...
A sensação é que a noite chegou.

A gente põe a mão na cabeça...
Diante de tanta nuvem escura
No abismo e sem saber a saída
Clama a Deus: “Socorro, Senhor!”

O Pai amoroso faz a chuva cair...
Um aguaceiro molha a terra
Cheiro no ar do chão encharcado!

Naquele emaranhado
Nascem flores, muitas flores...
E o céu fica todo azul de novo!

(Este poema foi escrito após a crise conjugal do casal Clói e Raquel, e expressa como Deus transforma uma situação.)


FONTE: http://www.ultimato.com.br

 

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Oi bom dia!! Passei pra deixar um abraço, e dizer que tenho repassado os emails que vcs me mandam pra todo os meus amigos, principalmente casais que necessitam da restauração do Senhor...eu sempre digo a eles que precisam cuidar agora, e eu sou um exemplo disso...Que Deus abençõe e sustente esse ministério!!!Muitas abraçadas!!!

Luciana - Jataí

June 7
Eudalvawrote:
Olá Raquel, legal descobri hoje esse blog!
E aí td bem?
Aqui estamos bem.
Ví as fotos de C. e J., pintando...
Lugar maravilhoso, para descansar e ser renovada as forças,
gostamos muito daí.
estamos sempre orando por esse Projeto Lindo e que veio mesmo do coração de DEUS.
abraços, Eudalva.
Apr. 27
"Amigos, venham conhecer o Oásis! É um lugal muito legal! Tem cavalos, cachorros dóceis, vacas, pomares, piscina e tem um tio muito legal chamado Thiago. Eu passei o natal e comemorei o meu aniversário aqui e foi muito divertido. Não passe suas férias em outro lugar. Venha conhecer o Oásis e aproveite. Com carinho, Marcos -  (9 anos)
Mar. 10
Graça e paz!
 
Meu coração está cheio de alegria por conhecer este ministério, o qual , tenho a certeza, que será grandemente usado pelo Senhor da Seara e a favor dela!
Fui aluna do Pr. Clói e admiro seu desempenho, sua paixão pela " Missio - Dei" e sua vida e ministério têm sido de grande inspiração para meu trabalho missionário.
Estarei orando pela família, ministério e clamando ao Senhor para que todas as barreiras contra esse trabalho sejam derrubadas e que o nome de Jesus seja exaltado através dele, em nome de Jesus!!!
 
Lenita Juliana I. Borges
July 15
Caros irmãos Prs. Bill e Clói,
Meu nome é Pérsio, sou membro da Igreja Cristã Evangélica do Setor Oeste, e tive oportunidade de ouvir o Pr. Bill no sábado a noite, e o Pr. Clói no domingo a noite, e fui grandemente abençoado pela palavra de vocês, diretas da parte do Senhor.
Um grande abraço,
Em Cristo Jesus,
Pérsio.
ICESO
June 1

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